Editorial 19 de setembro de 2017

Companheiros, antes mesmo de entrar em vigor, em novembro, a lei da reforma trabalhista execrada pela sociedade e pelos trabalhadores, já vem dividindo opiniões também entre juízes classistas. Alguns deles, como a juíza do trabalho Valdete Souto Severo, do Rio Grande do Sul, já se manifestam, publicamente, pela não aplicação de alguns capítulos da nova lei diante da flagrante agressão a Constituição Federal e de outros dispositivos legais, como o código civil. Uma pendenga que vai render encrenca prá mais de metro e que só terá um fim depois de um posicionamento firme e decisivo do Supremo Tribunal Federal (STF). Os ministros do STF terão que intervir nessa lambança criada por parlamentares irresponsáveis e entreguistas, que servis aos interesses dos donos do capital, viraram as costas para o povo e criaram essa lei frankstein, que retira direitos consagrados dos trabalhadores e assombra a toda a sociedade. Ao que tudo indica, essa aberração jurídica terá um fim no STF. Mas, como seguro morreu de velho e nós trabalhadores estamos cansados de levar pernadas também do judiciário, entendemos que é da maior importância que os trabalhadores continuem mobilizados pressionando de todas as formas e exigindo a revogação dessa lei absurda e covarde que só tem gerado a discórdia e a intranquilidade na sociedade. Pensem nisso e tenham um bom dia.

*Eusébio Pinto Neto – presidente da Fenepospetro

 

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