Editorial 15 de setembro de 2017

Companheiros, a diretoria executiva da Fenepospetro está reunida nesta sexta-feira, aqui em Fortaleza, no Ceará, onde debateremos uma série de questões que se colocam como desafios para a classe operária, e, em especial, para a categoria dos frentistas, principalmente, com a entrada em vigor, em novembro, da nova legislação trabalhista, que foi criada com o intuito de erradicar uma série de direitos dos trabalhadores. Por isso, a partir de agora, teremos que ter muito mais determinação e garra na nossa luta para enfrentarmos as artimanhas dos patrões. Para sairmos vitoriosos nessa disputa desigual entre capital e trabalho entendemos que será imprescindível uma total reestruturação dos sindicatos e, fundamentalmente, um trabalho de base muito forte e corajoso para não só conscientizar o trabalhador frentista, mas, sobretudo, para mostrar a ele a importância da sindicalização na garantia e defesa dos nossos direitos diante dessa nova lei draconiana. Até porque, juntos somos fortes para enfrentar os patrões, mas isolados, seremos presas fáceis para os tubarões. Por isso precisamos nos preparar para as futuras negociações salariais, para que posamos firmar convenções bem amarradas, que nos permitam, também, combater a terceirização e a precarização da mão de obra, que trazem a reboque, a precariedade nas condições de segurança e saúde no ambiente laboral e, consequentemente, no achatamento salarial. Portanto, companheiros temos que nos preparar para os novos tempos de luta, porque se tiveram a pretensão de nos destruir com esta lei estúpida e covarde, eles acabaram foi colocando mais combustível na nossa disposição de luta para termos um sindicalismo ainda mais forte e atuante, a altura dessa categoria guerreira dos frentistas. Pensem nisso e tenham um bom dia.

*Eusébio Pinto Neto, presidente da Fenepospetro

 

 

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