Editorial 6 de setembro de 2017

Companheiros, o lançamento, ontem, em Brasília, do Movimento de Resistência Por um Brasil Melhor, contra à famigerada reforma trabalhista, além de obviamente ser um movimento de protesto contra às leis absurdas aprovadas no Congresso Nacional, ele pretende, também, dar um gás na autoestima dos trabalhadores, que ainda estão meio perdidos diante de tanta ilegalidade proposta pela reforma do governo No entanto, o que se desnuda e se confirma a cada dia, é que essa conspiração contra os trabalhadores brasileiros não é um fato isolado. Ela faz parte de um movimento agressivo do capital internacional para erradicar direitos dos trabalhadores, baratear a mão de obra e colocá-los na condição análoga à de escravos. O mesmo crime já foi praticado em mais de 100 países, cujos trabalhadores foram ultrajados nos seus direitos neste processo que os capitalistas cínica e cretinamente chamam de modernização das relações de trabalho. E nós afirmamos, com convicção e determinação, que tudo isso não passa de um movimento usurpador de direitos que pretende empurrar os trabalhadores brasileiros de volta às senzalas. No entanto, quem vai decidir se aceita ou não este jogo suicida imposto pelo capital, somos nós trabalhadores. Por isso, companheiros, temos que mostrar a esses entreguistas a nossa indignação. Precisamos mostrar que os trabalhadores brasileiros lutam por um país realmente democrático e com justiça social. Portanto, mais do que nunca temos que reagir nesta luta desigual entre capital e trabalho, porque como diz o dito popular, quem não reage, rasteja.  Pense nisso e tenha um bom dia.

*Eusébio Pinto Neto – presidente da Fenepospetro

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